Guerra introduz incerteza e interrompe rali
Fevereiro foi marcado por um movimento de aversão ao risco nos setores mais sensíveis da tecnologia e por uma busca global por proteção, o que reconfigurou os fluxos de capital.
A confluência de um choque de oferta no Oriente Médio e da incerteza fiscal doméstica exige pragmatismo na gestão de patrimônio.
A deterioração da dívida pública impõe um caráter binário aos preços dos ativos após as eleições. Sem um ajuste crível, o Brasil entrará em uma crise fiscal. Por isso, a preservação de capital deve guiar a alocação para os próximos meses, com ênfase na exposição estrutural ao mercado internacional.