Rali ofusca fragilidade fiscal, mas fim dos fluxos pode abrir espaço para realização.
O bom momento neste início de 2026 deve ser encarado como oportunidade para realizar ganhos, reduzir posições e comprar proteção diante da perspectiva de maior volatilidade a partir do segundo trimestre.
O ingresso maciço de divisas tem sustentado as cotações, mas não resolve a equação fiscal nem mitiga a incerteza política. Encaramos a alta recente não como tendência estrutural, mas como oportunidade de saída. A partir de março, a matemática fiscal e o calendário eleitoral voltarão a ditar o prêmio de risco.