Com otimismo demais no curto prazo e pessimismo de menos no longo prazo, investidores tem uma boa oportunidade para reduzir risco nas carteiras.
O crescimento acelerado da dívida pública torna inadiável um ajuste fiscal consistente no horizonte 2027-30. Lula desponta como favorito na eleição por enfrentar um adversário com rejeição muito alta, mas seu histórico recente de gastos e retórica populista não contribuem para ancorar as expectativas.
Sem uma âncora crível para a dívida pública, a calmaria dos mercados não tem fundamento robusto. O bom momento neste início de 2026 deve ser encarado como oportunidade para realizar ganhos, reduzir posições e comprar proteção diante da perspectiva de maior volatilidade a partir do segundo trimestre.