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16/02/2024 • 3 mins de leitura
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São Paulo, 10/12/2025 – O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de novembro manteve o comportamento favorável dos últimos meses, com as medidas qualitativas mostrando melhoras na margem. A avaliação é do economista-chefe da Monte Bravo, Luciano Costa.
Após a divulgação, a corretora reduziu sua projeção para o IPCA fechado deste ano de 4,50% para 4,40%, abaixo do teto da meta, reforçando a tendência de desinflação da economia, diz. Além disso, diminuiu a estimativa para o dado de dezembro, de alta de 0,55% para 0,45%, “considerando o resultado de novembro e a abertura mais favorável de alguns grupos”.
A redução na expectativa para a inflação fechada deste ano reflete a apreciação da taxa de câmbio bem como o “êxito” do Banco Central de reconstruir a credibilidade da política monetária, afirma Costa em relatório.
Quanto à projeção para o IPCA de dezembro, o economista diz que a taxa deverá ficar pressionado devido à reversão dos descontos da Black Friday, a pressão sazonal de alimentos e o aumento de passagens aéreas.
“A dinâmica benigna da inflação de curto prazo combinada aos sinais de desaceleração da atividade econômica – indicando que o crescimento no segundo semestre desse ano deverá se alinhar ao ritmo do potencial da economia – reforçam a trajetória de desinflação para os próximos meses”, avalia Costa.
A Monte Bravo mantém a visão de que até o início de 2026 a inflação projetada pelo Banco Central no horizonte relevante estará na meta. Este quadro deve levar o Banco Central a promover o início do ciclo de cortes de juros a partir de janeiro de 2026, levando a taxa Selic para 11,0% ao final do processo de afrouxamento, estima.
Reportagem produzida por Maria Regina Silva para Broadcast.