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16/02/2024 • 3 mins de leitura
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Eleição e temporada de balanços influenciam as estratégias; Petrobras sai de uma carteira e ganha peso em outra
Bancos, corretoras e gestoras chegam a outubro com estratégias bastante diferentes para suas carteiras de dividendos. Enquanto algumas casas mantiveram as apostas de setembro, outras fizeram trocas relevantes – e há até quem tenha renovado todo o portfólio para aproveitar o calendário de proventos do mês.
As eleições e a temporada de balanços financeiros, que começa em 20 de outubro, entram nas decisões em um momento de maior volatilidade do Ibovespa. Entre as mudanças, a Terra retirou Petrobras (PETR4) e incluiu BB Seguridade (BBSE3), enquanto o BTG Pactual aumentou a exposição justamente à petroleira e ao Itaú Unibanco (ITUB4). Já Ágora e Andbank mantiveram suas carteiras.
A seguir, veja o que mudou nas carteiras e o que cada casa busca com suas escolhas para o mês.
Monte Bravo estreia carteira com foco na sustentabilidade dos dividendos
A Monte Bravo estreia nesse mês sua carteira de dividendos, formada por dez ações com peso de 10% cada. O portfólio tem dividend yield (rendimento de dividendo) projetado de 7,92% nos próximos 12 meses, enquanto o retorno líquido estimado é de 7,39%. A carteira foi criada com foco na capacidade de as empresas distribuírem caixa de forma recorrente e sustentarem essa remuneração ao longo do tempo.
A seleção foi dividida em três grupos:
Entre as dez posições estão Telefônica (VIVT3), Caixa Seguridade (CXSE3), Itaúsa (ITSA4), Copel (CPLE3), CPFL Energia (CPFE3), ISA Energia (ISAE4), Copasa (CSMG3), Allos (ALOS3), Petrobras (PETR4) e Vale (VALE3).
Os dividend yields projetados variam de 4,53% na Copasa a 12,17% na Allos, com Petrobras em 11,53%. Copasa e Allos estão no grupo de dividendos crescentes, enquanto Petrobras e Vale são classificadas como yield cíclico pela maior dependência dos preços das commodities.

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