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Quinta

Jun

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Quem investe no mercado financeiro tem sempre de acompanhar as melhores opções que são oferecidas diariamente. 

Mas, para isso, é necessário conhecer cada vez mais os produtos à disposição para avaliar suas performances nos mais diferentes cenários.

Com tanta oferta, e uma dinâmica acelerada, muitas vezes não é possível estar por dentro de tudo o que pode contribuir para o sucesso nos investimentos. Para isso, nós, da Monte Bravo, estamos sempre à disposição para esclarecer dúvidas e prestar assessoria especializada para tornar suas decisões mais fáceis e, claro, lucrativas.

Com a proposta de ampliar cada vez mais o seu acesso às informações sobre investimentos, o foco a partir de agora está nos produtos de Renda Variável.

Você sabe o que é e como funciona um produto de Renda Variável? Aliás, quais são os produtos que fazem parte desse tipo de investimento? E mais: você conhece a diferença entre Renda Variável e Renda Fixa?

Confira os principais aspectos sobre todas essas questões!

O que é Renda Variável?

Quando se fala em Renda Variável, estamos tratando de uma espécie de investimento presente no mercado de capitais que recebe esse nome por um motivo: não é possível pré-definir a sua rentabilidade. Ou seja, o retorno não pode ser dimensionado no momento em que a aplicação é feita.

Ações, por exemplo, um dos principais ativos de Renda Variável, têm rendimentos que não podem ser previstos. Afinal, são negociadas na Bolsa de Valores e eventuais distribuições só são feitas mediante lucro líquido da empresa. 

Como funciona a Renda Variável?

Basicamente, a maior parte dos ativos considerados de Renda Variável são os negociados em bolsa de valores. 

Sim, além das Ações já mencionadas, alguns dos mais conhecidos produtos de Renda Variável que se enquadram nesse tipo de negociação (na Bolsa de Valores) são: 

  • Fundos Imobiliários;
  • Commodities;
  • ETF (Exchange Traded Fund);
  • Metais Preciosos (ouro e prata);
  • Moedas (dólar, euro, libra).

Portanto, a dinâmica de funcionamento dos ativos de Renda Variável é simples: basta investir em Ações ou em qualquer outra opção e conferir a movimentação financeira.

Por exemplo: para comprar uma Ação, é preciso investir um determinado valor. Mas se no dia seguinte essa mesma Ação for negociada a um valor mais alto, é possível optar pela venda da mesma para, assim, o investidor obter um determinado lucro.

Isso também ocorre com as demais opções citadas: ETF, Fundos Imobiliários, Ouro, Prata, commodities etc.

Quando escolher a Renda Variável?

Uma dos aspectos que mais atraem os investidores para a Renda Variável se refere aos ganhos acima da média em virtude da valorização dos seus ativos.

Por isso, muitos recorrem a esse tipo de investimento mesmo sendo considerado arriscado. Principalmente quando o cenário político, ou mesmo a economia mundial, apresentam instabilidades – situação que vem ocorrendo atualmente em virtude da pandemia do novo coronavírus.

Independentemente deste momento em especial, os produtos de Renda Variável podem mesmo ser considerados mais arriscados.

Imagine, por exemplo, que você investiu em uma empresa que, por algum motivo, feche as portas. É muito provável que todo o dinheiro que foi investido na compra das Ações dessa companhia seja perdido. 

Já quando a negociação envolve ouro, moedas e as commodities, o risco está diretamente relacionado ao interesse do mercado.

Exemplo: por vezes a procura por ouro é intensificada, então o preço desse metal sobe. Em contrapartida, há épocas em que ninguém tem interesse em comprar ouro, daí o seu preço tende a cair.

Dentre os principais fatores que têm influência no retorno dos investimentos de Renda Variável, de forma geral, pode-se citar:

  • Desempenho das empresas;
  • Taxa de juros;
  • Expectativa do mercado financeiro;
  • Câmbio;
  • Oferta e procura;
  • Inflação;
  • PIB etc. 

Renda Variável X Renda Fixa

Já sabendo como os investimentos de Renda Variável funcionam, fica fácil entender a principal diferença com os produtos de Renda Fixa.

Como o próprio nome diz, os investimentos de Renda Fixa contam com uma rentabilidade pré-definida. Ou seja, a regra de remuneração é conhecida e definida antes da aplicação – isso inclui aspectos como o prazo de investimento e a base de cálculo para a remuneração.

Um exemplo de Renda Fixa é o CDB. Esse título pode ser atrelado ao DI, IPCA mais juros, juro prefixado, enfim, são vários tipos de índices e taxas que podem ser indexados a um ativo como o CDB.

Outra característica que declara a diferença entre a Renda Variável e a Renda Fixa é a forma como o investidor recebe os rendimentos.

Enquanto na Renda Variável, como já foi explicado aqui, os ganhos chegam em virtude da valorização dos ativos, na Renda Fixa, usando novamente o exemplo do CDB, é possível reconhecer os ganhos diariamente, de pouco em pouco.

Dito isso, conclui-se que a Renda Fixa consegue oferecer rendimentos que vão até certo ponto. Portanto, o investidor que prefere aproveitar as oportunidades que podem render mais, acaba optando pelo mercado de Renda Variável – apesar dos riscos já mencionados.

De forma geral, é possível dizer que as principais diferenças entre Renda Variável e Renda Fixa são:

Renda Variável

  • Tem maior potencial de retorno;
  • Tem retorno menos previsível;
  • Exige maior atenção;
  • Sem garantias;
  • Apresenta ampla variedade de empresas e setores diferentes para se investir;
  • É indicada para investidores de todos os tipos, desde que com visão de longo prazo.

Renda Fixa

  • Oferece baixo risco;
  • Tem menor potencial de retorno;
  • Exige pouco estudo aprofundado;
  • Tem retorno previsível;
  • Apresenta menos variáveis;
  • Tem baixa variedade de empresas e setores diferentes para se investir;
  • É indicado para investidores de todos os tipos e com todos os horizontes possíveis.

Ficou ainda mais por dentro das vantagens de investir em produtos de Renda Variável? 

Conte sempre com a Monte Bravo para saber sempre mais e obter novas conquistas em sua vida financeira! 


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