Menos juros, mais risco: com juros em queda nos EUA, ativos de risco estão batendo recordes no mundo.
Fed reduziu os juros, a volatilidade dos Treasuries caiu e o ambiente global ficou muito favorável para ativos de risco. Por aqui, Copom deve iniciar ciclo de cortes de juros em janeiro, fornecendo um impulso adicional para ativos locais.
O cenário é construtivo, pelo menos até agosto, quando a dinâmica eleitoral e a percepção sobre a dinâmica da dívida em 2027-30 ganharão centralidade na trajetória dos preços ativos brasileiros.