Corte de juros em dezembro volta ao radar após sinalizações do Fed

26/11/2025 • < 1 min de leitura

Em entrevista a Rafael Lara, o economista-chefe da Monte Bravo, Luciano Costa, avaliou o comportamento do Ibovespa no patamar de 155 mil pontos. Ele explicou que, apesar da lateralização do índice, há movimento relevante dentro da bolsa: setores mais cíclicos reagem ao fechamento dos juros dos últimos dias, enquanto outras ações ficam de lado. Para Costa, o cenário reflete a discussão local sobre corte de juros e a expectativa em torno da reunião do Fed em dezembro.

Costa comentou ainda a fala de Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central, que reforçou que a instituição persegue o centro da meta de 3%. O economista explicou que, no horizonte móvel observado pelo BC, a inflação já aparece mais próxima desse nível no segundo trimestre de 2027.

Sobre Estados Unidos, Costa destacou que discursos recentes do Fed apontam para corte de juros na reunião de dezembro, mas deixa mais em aberto os próximos movimentos. Ele avaliou que o sinal mudou a precificação do mercado e influencia o dólar em torno de R$ 5,39.

Para o investidor, afirmou Costa, o foco deve permanecer nas decisões dos bancos centrais e na possível rotação de setores, já que a expectativa de corte segue guiando o comportamento dos ativos nas próximas semanas.

Confira a entrevista na íntegra.