Conflito no Oriente Médio segue pressionando os mercados globais

23/03/2026 • < 1 min de leitura
  • Prolongamento da guerra leva a reprecificação dos mercados;
  • Potencial incursão por terra fez preço do petróleo disparar;
  • Nos EUA, Fed optou pela manutenção dos juros;
  • Superquarta também contou com início do ciclo de cortes da Selic.

O prolongamento do conflito no Oriente Médio e a paralisação do fluxo pelo Estreito de Ormuz impuseram uma reprecificação severa aos mercados globais.

A notícia de uma potencial incursão terrestre pelos EUA atuou como gatilho de estresse, fazendo o barril do Brent saltar para US$ 112,50, enquanto o WTI testou a marca de US$ 100,00.

Diante da volatilidade externa e do cenário doméstico incerto, a recomendação foca na redução da exposição a ativos de risco, capturando os excelentes ganhos recentes. Em 12 meses, frente a um CDI de 14,70%, o IFIX entregou 19,30% e o Ibovespa saltou 33,10%.

Nesse contexto, a alocação no exterior desponta como a principal alternativa: a projeção para um portfólio global aponta avanço de 30% em reais e 9% em dólares nos próximos 12 meses.

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