Informe Semanal
21/07/2025 • < 1 minuto de leitura
Tensões entre Brasil e EUA dominam os noticiários
Nesta semana, circulou a notícia de que o presidente Donald…
O prolongamento do conflito no Oriente Médio e a paralisação do fluxo pelo Estreito de Ormuz impuseram uma reprecificação severa aos mercados globais.
A notícia de uma potencial incursão terrestre pelos EUA atuou como gatilho de estresse, fazendo o barril do Brent saltar para US$ 112,50, enquanto o WTI testou a marca de US$ 100,00.
Diante da volatilidade externa e do cenário doméstico incerto, a recomendação foca na redução da exposição a ativos de risco, capturando os excelentes ganhos recentes. Em 12 meses, frente a um CDI de 14,70%, o IFIX entregou 19,30% e o Ibovespa saltou 33,10%.
Nesse contexto, a alocação no exterior desponta como a principal alternativa: a projeção para um portfólio global aponta avanço de 30% em reais e 9% em dólares nos próximos 12 meses.