Tensões geopolíticas e ataques ao Fed dominam as manchetes

19/01/2026 • < 1 min de leitura
  • Mercados fecharam a semana digerindo manchetes vindas dos EUA;
  • Trump voltou a pressionar para assumir o controle da Groenlândia;
  • No Oriente Médio, a situação segue indefinida;
  • No Brasil, o volume de serviços recuou 0,1% em novembro, mas cresceu 2,5% ante o ano anterior;
  • Já as vendas no varejo surpreenderam positivamente em novembro.

Os mercados globais encerraram uma semana agitada digerindo uma bateria de manchetes vindas de Washington — da Groelândia ao Irã e passando por novos ataques ao Fed — com atenção, mas sem grandes impactos.

Apesar das turbulências recentes, o cenário global para 2026 mantém um viés favorável, sustentado pelos juros baixos nos EUA. Embora o Federal Reserve sinalize cautela, aguardando novos dados antes de retomar os cortes nos Fed Funds, o cenário base contempla uma redução de 50 p.b. ao longo de 2026.

No Brasil, a expectativa é que o Copom inicie o ciclo de cortes com uma redução de 25 p.b. em janeiro, acelerando o ritmo para 50 p.b. por reunião na sequência, o que levaria a taxa Selic para 12,25% ao ano em outubro.

A combinação de liquidez externa com o início do ciclo de afrouxamento monetário doméstico cria um ambiente construtivo para os ativos de risco brasileiros no curto prazo.

Contudo, projetamos que o foco dos investidores migrará progressivamente para a dinâmica eleitoral e a trajetória da dívida pública a partir do segundo trimestre.

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