Informe Semanal
02/06/2025 • < 1 minuto de leitura
Dados de inflação ficam abaixo do esperado no Brasil e nos EUA
Nos EUA, a aprovação do orçamento com déficits crescentes em…
Os mercados globais encerraram uma semana agitada digerindo uma bateria de manchetes vindas de Washington — da Groelândia ao Irã e passando por novos ataques ao Fed — com atenção, mas sem grandes impactos.
Apesar das turbulências recentes, o cenário global para 2026 mantém um viés favorável, sustentado pelos juros baixos nos EUA. Embora o Federal Reserve sinalize cautela, aguardando novos dados antes de retomar os cortes nos Fed Funds, o cenário base contempla uma redução de 50 p.b. ao longo de 2026.
No Brasil, a expectativa é que o Copom inicie o ciclo de cortes com uma redução de 25 p.b. já em janeiro, acelerando o ritmo para 50 p.b. por reunião na sequência, o que levaria a taxa Selic para 12,25% ao ano em outubro.
A combinação de liquidez externa com o início do ciclo de afrouxamento monetário doméstico cria um ambiente construtivo para os ativos de risco brasileiros no curto prazo.
Contudo, projetamos que o foco dos investidores migrará progressivamente para a dinâmica eleitoral e a trajetória da dívida pública a partir do segundo trimestre.