Mercados passam a precificar maior pressão por conta das tensões no Oriente Médio

16/03/2026 • < 1 min de leitura
  • Operação de EUA/Israel carece de objetivos claros;
  • Mercados se aproximam de um cenário de conflito prolongado;
  • Nos EUA, indicadores de inflação mostraram dinâmicas distintas na última semana;
  • Por aqui, o IPCA surpreendeu negativamente e ficou acima das projeções;
  • Superquarta deve trazer corte de juros no Brasil nesta semana.

A ofensiva militar dos EUA e Israel contra o Irã, iniciada em 28 de fevereiro, eliminou o líder supremo Ali Khamenei e degradou o arsenal de mísseis e drones do país. No entanto, a operação carece de objetivos políticos claros, com declarações que vêm oscilando entre a mudança de regime, a destruição do programa nuclear e a neutralização da capacidade militar regional.

Os mercados globais começam a embutir um cenário de conflito mais longo, no qual o Estreito de Ormuz permaneceria bloqueado por algum tempo. Em função disso, as ações caem.

Nos EUA, os dados de inflação indicam dinâmica distintas entre o CPI e o PCE nesse momento do ano.

No Brasil, o IPCA de fevereiro avançou 0,70%, acima do consenso de 0,61%, pressionado principalmente por educação, passagens aéreas, seguros de veículos e cuidados pessoais.

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