Informe Semanal
02/06/2025 • < 1 minuto de leitura
Dados de inflação ficam abaixo do esperado no Brasil e nos EUA
Nos EUA, a aprovação do orçamento com déficits crescentes em…
Impulsionado por uma intensa rotação global de portfólios, o Ibovespa renovou máximas históricas e fechou a última sexta-feira (23) aos 178.859 pontos, com alta acumulada de 11% em 2026. O rali deste início de ano — fenômeno conhecido como “Efeito Janeiro” — não decorre de melhora nos fundamentos, cujo quadro fiscal permanece complexo, mas tem como vetor a realocação global de recursos.
O ambiente externo de juros baixos favorece ativos de risco. Enquanto a taxa dos Treasuries de 10 anos deve oscilar em torno de 4,00% (± 0,30%) ao longo do ano, o dólar global deve ficar estável. Adicionalmente, as políticas de Trump estimulam investidores a buscar alternativas fora dos EUA.
Assim, nas últimas três semanas, a incerteza geopolítica acelerou a diversificação para a classe de emergentes, na qual o Brasil se destaca. Com valuations atrativos, a entrada de capital estrangeiro na B3 somou aproximadamente R$ 8,80 bilhões até o dia 20. Houve registro simultâneo de criação maciça de cotas do ETF EWZ, principal fundo de índice de ações brasileiras nos EUA.